Pensamento de São José Marello

"Quando a meta é fixa, mesmo que vem abaixo o céu, devemos olhar para lá, sempre para lá".

5 de mar de 2012


 O Mês de Março e as Quartas-Feiras são dedicados a São José

Quase todos católicos sabem que o mês de maio é dedicado a Nossa Senhora, assim como o mês de junho ao Sagrado Coração de Jesus, mas são poucos os que sabem que o mês de março é dedicado a São José, assim como também todas as quartas-feiras da semana. A origem da devoção no mês de março ao santo Patriarca é devida a pequenos impulsos provenientes de alguns livros que incentivaram a referida devoção e que encontraram ressonância nos fieis devotos. De fato, em 1802, foi impresso para uso da Confraria de uma paróquia de Modena-Itália, um opúsculo “O mês do Lírio, ou seja, o mês de junho consagrado a São José”. Um título estranho, assim como estranho foi o mês escolhido, mas foi o começo de uma prática devocional ao nosso Santo que perdurou mais de 200 anos.

Contudo, o mês de março se impôs com a publicação em 1810, em Roma, do livro de Marconi intitulado “ O mês de março consagrado ao glorioso Patriarca São José, esposo da Virgem Maria para obter o seu patrocínio na vida e na morte”. São Gaspar Bertoni ficou entusiasmado com esse livro e procurou ler suas meditações durante toda a sua vida passando a recomendar e a celebrar os exercícios de piedade contidos nele, e, por fim, se preocupou com a edição deste em 1844.

Em seguida, a prática do mês de São José foi aprovada e indulgenciada; primeiro com uma explícita referência de Pio IX, no dia 12 de junho de 1855; “sobre as virtudes do santo patriarca José ao dedicar-lhe o mês de março”, depois, no dia 27 de abril de 1865, com as palavras: ” para que aumente sempre mais a devoção para com o grande patrono celeste e para que este método de oração se propague mais facilmente e amplamente”; e com isso o papa concedeu indulgências a todos que praticassem o exercício de oração e virtudes em relação a São José durante todo o mês de março. O mesmo papa, no dia 4 de fevereiro de 1877, deu permissão para iniciar o mês de São José no dia 16 ou 17 de fevereiro e para terminá-lo no dia 19 de março, dia em que se celebra em toda a Igreja a festa do glorioso Patriarca.

O papa Leão XIII, na encíclica “Quamquam pluries “ de 15 de agosto de 1889, lembra o salutar costume de dedicar o mês de março a São José com exercícios de piedade e o recomenda a todos os cristãos pedindo que se pratique ao menos um tríduo de oração por ocasião de sua festa.
Por ocasião do cinquentenário da proclamação de São José como Patrono da Igreja, no dia 25 de julho de 1920, o papa Bento XV em seu Motu próprio Bonum sane pedia a todos os bispos para implorarem a ajuda de São José lembrando-lhes as várias maneiras de devoção dedicadas a ele, especialmente todas as quartas-feiras e o mês de março.

Da mesma maneira o papa João XXIII, no dia 28 de fevereiro de 1962, lembrava que estava na vigília do mês de março e que este mês era dedicado de maneira particular a São José, guarda puríssimo de Maria e pai putativo do Redentor. Exortava, aos fieis a aproveitarem desta ocasião propícia para seguirem com assiduidade e devoção a pia prática do mês de março em honra a São José.

O papa João Paulo II em sua exortação apostólica “Redemptoris custos” ensinou que São José é muito mais que uma “piedosa presença” no âmbito das devoções populares, pois ele teve a missão de servir diretamente a pessoa e a missão de Jesus mediante o exercício de sua paternidade, cooperando com o mistério da salvação da humanidade.

Diante de lúcido pensamento, o mês de março se apresenta como uma oportuna ocasião para conhecer o guarda do Redentor e a ele tributar nossos louvores de devotos josefinos.

Ainda no que diz respeito a prática da devoção a São José, é preciso dizer que os cristãos desde o século II celebravam os domingos referência a Páscoa e as quartas e sextas-feiras em referência ao dia a prisão e da morte de Cristo; inclusive estes dois dias da semana eram considerados dias de jejum. Mais tarde, a partir do monge Alcuíno, morto em 804, os dias da semana foram coligados com um mistério da salvação em referência a uma virtude ou a um santo e então a quarta-feira passou a ser ligada, dentre outras coisas, à virtude da humildade.

O nome de São José era celebrado no dia 19 de março, segundo o Missal romano de Pio V, editado no ano de 1570, mas seu nome não era ligado às quartas-feiras. Foi com o jesuíta Paul Barry, que em 1939 publicou um livro sobre a devoção a São José que se consolidou o costume de dedicar um dia da semana a São José, mas este não foi a quarta-feira, mas o sábado. Para justificar essa prática o autor dizia de ”Destinar um dia da semana para honrar de maneira particularíssima São José, e o sábado parece o mais indicado de todos para que ele seja honrado conjuntamente com sua esposa no mesmo dia”. Esta ideia se difundiu, mas é preciso notar que em vários países havia uma corrente de pensamento que propunha a quarta-feira para honrar São José, e esta se tornou mais forte depois do ano de 1650, sem, contudo desaparecer a ideia da prática devocional nos sábados, sobretudo pela razão alegada de “não separar nas orações os esposos de Nazaré”.

A confirmação da prática da devoção a São José nas quartas-feiras se consolidou, sobretudo pelos incentivos dos papas, como por exemplo, do papa Inocêncio XII que em 1695 concedia indulgências aos membros da Confraria de São José que visitassem na quarta-feira a igreja dos carmelitanos descalços em Bruxelas. Já o papa Bento XIV concedia aos carmelitas descalços da Catalunha em 1745, a permissão de celebrar uma missa solene de São José toda quarta-feira do ano. Da mesma maneira o papa Clemente XIV autorizava aos mesmos religiosos celebrar uma segunda missa solene aos fieis no mesmo dia. O papa Pio VII, em 1819, concedia indulgência para todas as quartas-feiras do ano a quem rezasse nestes dias as Dores e Alegrias de São José. No dia 5 de julho de 1883, o papa Leão XIII confirmava a quarta-feira como dia de São José em toda a Igreja com missa votiva correspondente. O papa Bento XV por ocasião do cinqüentenário da proclamação de São José como Patrono da Igreja Universal enfatizava a importância da consagração de todas as quartas-feiras e dos dias do mês de março consagrados a São José.

Juntamente com as quartas-feiras dedicadas a São José não faltou também, a partir de 1645, com o carmelitano Antonie de La Mère de Dieu, da região de Avinhão – França, a prática devocional “das quinze quartas-feiras” com meditações sobre os mistérios dolorosos e gozosos de São José. Em 1676 o carmelitano belga Ignace de Saint-François propôs a devoção “das sete quartas-feiras” em honra dos sete privilégios de São José. Esta prática foi incentivada e seguida por várias congregações religiosas. Por fim, Madre Marie-Marguerite de Valbelle no início de 1700, colocava para sua comunidade a prática da “primeira quarta-feira” do mês com o objetivo de obter do santo Patriarca a graça de uma santa morte. Esta prática foi acolhida por Bento XV com indulgência plena para todos fieis que cumprissem esse exercício de piedade josefina.

Pe. José Antonio Bertolin, OSJ

Visita de Dom Salvador ao Seminário Josefino Nossa Senhora de Guadalupe
Hoje dia 05 de março de 2012 tivemos a graça de receber em nosso seminário a visita de nosso Pastor Dom Salvador. No primeiro momento Dom Salvador conversou com os seminaristas Oblatos, partilhou sobre a sua vida e o chamado vocacional, no qual motivou os seminaristas. Tivemos a santa missa na capela do seminário presidida pelo Bispo e concelebrada pelo Pe. Valdinei formador do seminário. Em seguida tivemos um delicioso jantar e momento de muita partilha entre o nosso pastor, seminaristas e irmãos Oblatos de São José.

24 de fev de 2012


PARA REFLETIR EM FAMÍLIA SOBRE OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO


Por Dom Henrique Soares, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Aracajú-SE
A situação é extremamente preocupante: no Brasil, há uma televisão de altíssimo nível técnico e baixíssimo nível de programação.
Sem nenhum controle ético por parte da sociedade, os chamados canais abertos (aqueles que se podem assistir gratuitamente) fazem a cabeça dos brasileiros e, com precisão satânica, vão destruindo tudo que encontram pela frente: a sacralidade da família, a fidelidade conjugal, o respeito e veneração dos filhos para com os pais, o sentido de tradição (isto é, saber valorizar e acolher os valores e as experiências das gerações passadas), as virtudes, a castidade, a indissolubilidade do matrimônio, o respeito pela religião, o temor amoroso para com Deus.
Na telinha, tudo é permitido, tudo é bonitinho, tudo é novidade, tudo é relativo!
Na telinha, a vida é pra gente bonita, sarada, corpo legal…
A vida é sucesso, é romance com final feliz, é amor livre, aberto desimpedido, é vida que cada um faz e constrói como bem quer e entende!
Na telinha tem a Xuxa, a Xuxinha, inocente, com rostinho de anjo, que ensina às jovens o amor liberado e o sexo sem amor, somente pra fabricar um filho…
Na telinha tem o Gugu, que aprendeu com a Xuxa e também fabricou um bebê…
Na telinha tem os debates frívolos do Fantástico, show da vida ilusória…
Na telinha tem ainda as novelas que ensinam a trair, a mentir, a explorar e a desvalorizar a família…
Na telinha tem o show de baixaria do Ratinho e do programa vespertino da Bandeirantes, o cinismo cafona da Hebe, a ilusão da Fama…
Enquanto na realidade que ela, a satânica telinha ajuda a criar, temos adolescentes grávidas deixando os pais loucos e a o futuro comprometido, jovens com uma visão fútil e superficial da vida, a violência urbana, em grande parte fruto da demolição das famílias e da ausência de Deus na vida das pessoas, os entorpecentes, um culto ridículo do corpo, a pobreza e a injustiça social…
E a telinha destruindo valores e criando ilusão…
E quando se questiona a qualidade da programação e se pede alguma forma de controle sobre os meios de comunicação, as respostas são prontinhas:
(1) assiste quem quer e quem gosta,
(2) a programação é espelho da vida real,
(3) controlar e informação é antidemocrático e ditatorial…
Assim, com tais desculpas esfarrapadas, a bênção covarde e omissa de nossos dirigentes dos três poderes e a omissão medrosa das várias organizações da sociedade civil – incluindo a Igreja, infelizmente – vai a televisão envenenando, destruindo, invertendo valores, fazendo da futilidade e do paganismo a marca registrada da comunicação brasileira…
Um triste e último exemplo de tudo isso é o atual programa da Globo, o Big Brother (e também aquela outra porcaria, do SBT, chamada Casa dos Artistas…).
Observe-se como o Pedro Bial, apresentador global, chama os personagens do programa: “Meus heróis! Meus guerreiros!” – Pobre Brasil!
Que tipo de heróis, que guerreiros!
E, no entanto, são essas pessoas absolutamente medíocres e vulgares que são indicadas como modelos para os nossos jovens!
Como o programa é feito por pessoas reais, como são na vida, é ainda mais triste e preocupante, porque se pode ver o nível humano tão baixo a que chegamos!
Uma semana de convivência e a orgia corria solta…
Os palavrões são abundantes, o prato nosso de cada dia…
A grande preocupação de todos – assunto de debates, colóquios e até crises – é a forma física e, pra completar a chanchada, esse pessoal, tranqüilamente dá-se as mãos para invocar Jesus…
Um jesusinho bem tolinho, invertebrado e inofensivo, que não exige nada, não tem nenhuma influência no comportamento público e privado das pessoas…
Um jesusinho de encomenda, a gosto do freguês… que não tem nada a ver com o Jesus vivo e verdadeiro do Evangelho, que é todo carinho, misericórdia e compaixão, mas odeia o fingimento, a hipocrisia, a vulgaridade e a falta de compromisso com ele na vida e exige de nós conversão contínua!
Um jesusinho tão bonzinho quanto falsificado…
Quanta gente deve ter ficado emocionada com os “heróis” do Pedro Bial cantando “Jesus Cristo, eu estou aqui!”
Até quando a televisão vai assim?
Até quando os brasileiros ficaremos calados?
Pior ainda: até quando os pais deixarão correr solta a programação televisiva em suas casas sem conversarem sobre o problema com seus filhos e sem exercerem uma sábia e equilibrada censura?
Isso mesmo: censura!
Os pais devem ter a responsabilidade de saber a que programas de TV seus filhos assistem, que sites da internet seus filhos visitam e, assim, orientar, conversar, analisar com eles o conteúdo de toda essa parafernália de comunicação e, se preciso, censurar este ou aquele programa.
Censura com amor, censura com explicação dos motivos, não é mal; é bem!
Ninguém é feliz na vida fazendo tudo que quer, ninguém amadurece se não conhece limites; ninguém é verdadeiramente humano se não edifica a vida sobre valores sólidos…
E ninguém terá valores sólidos se não aprende desde cedo a escolher, selecionar, buscar o que é belo e bom, evitando o que polui o coração, mancha a consciência e deturpa a razão!
Aqui não se trata de ser moralista, mas de chamar atenção para uma realidade muito grave que tem provocado danos seríssimos na sociedade.
Quem dera que de um modo ou de outro, estas linha de editorial servissem para fazer pensar e discutir e modificar o comportamento e as atitudes de algumas pessoas diante dos meios de comunicação.

28 de jan de 2012

Venha participar conosco desta festa maravilha.
Mais um sacerdote para a Igreja e para a nossa Congregação dos Oblatos de São José.
Amigos e amigas, minha bênção e uma boa semana.
Pe. Valdinei

19 de dez de 2011

Feliz Natal

CLIQUE AQUI e veja um Natal com Jesus.
Aos amigos, amigas, parentes e familiares, desejo um feliz e Santo Natal abençoado por Deus.
Que o ano de 2012 seja repletos de bênçãos e felicidades. Vamos caminhar com Jesus, fazer que ele seja o nosso principal hóspede neste Santo Natal.
Desejo felicidades a todos.
Fraternalmente, Pe. Valdinei Pini, osj

14 de dez de 2011

CLIQUE AQUI e acompanhe a missa com Pe. Robson nas dependências da Fapi.
Celebramos em ação de graças a Nossa Senhora de Guadalupe e louvor ao Divino Pai Eterno.
Quero pedir a nossa Mãe Maria que interceda por todos nós seus filhos devotos, para que este ano seja repletos de bênçãos e de graças.
Desejo um feliz Natal aos amigos e um Próspero ano novo de 2012.
Pe. Valdinei Pini, osj

CLIQUE AQUI e acompanhe a coroação de Nossa Senhora de Guadalupe.
A celebração aconteceu no dia 11 de dezembro de 2011 no Santuário Nossa Senhora de Guadalupe em Ourinhos-SP.
Agradecemos a todos que colaboraram nesta liturgia.
Peçamos intercessão de Nossa Senhora de Guadalupe para enfrentar com coragem as nossas dificuldades.
Pe. Valdinei Pini, osj

13 de dez de 2011

25 de nov de 2011

CLIQUE AQUI, e conheça um pouco da história do Santo que celebramos hoje.

Dados biográficos de Dom Marello

1844 26 de dezembro : Nasce e é batizado em Turim na Itália. Passa sua infância na cidadezinha de São Martino Alfiere.

1856 Ingressa no seminário de Asti.

1863Adoece e é curado prodigiosamente pela de Nossa Senhora da Consolação.

1868 ë ordenado sacerdote pelo bispo Sávio na catedral de Asti.

1869 – 1870 Participa com seu bispo do concílio Vaticano I .

1878 Cônego da catedral de Asti, Chanceler da Cúria e diretor espiritual do seminário.

188 – 1889 É nomeado bispo em Acqui pelo papa Leão XIII.

1895 – 30 de maio : Morre santamente em Savona com 50 anos e 5 meses.

1923Seus despojos mortais são transladados de Acqui para Asti, no Santuário São José.

197812 de junho : o papa João Paulo VI proclama a heroicidade de suas virtudes e declara-o venerável.

1993 Sua beatificação por João Paulo II .

2001 15 de novembro : Sua canonização por João Paulo II .

Relatos da Vida do Marello

CLIQUE AQUI PARA VER ALGUMAS IMAGENS DO MARELLO.

Canonização do Bem-aventurado José Marello

Bispo de Acqüi, fundador da Congregação dos Oblatos de São José

(1844-1895)

DECRETO SOBRE O MILAGRE

O Bem-aventurado José Marello nasceu em Turim aos 26 de dezembro de 1844. Estudou no seminário de Asti e foi ordenado sacerdote em 1868. Desenvolveu uma intensa atividade pastoral junto ao bispo Dom Carlos Savio que o quis seu secretário e confessor. Fundou a Congregação dos Oblatos de São José, com a finalidade precípua de formar a juventude e ajudar o clero diocesano. Eleito Bispo de Acqui, tomou-se um modelo para os fieis que lhe foram confiados. Morreu em Savona, aos 30 de maio 1895, em concerto de santidade.

Aos 26 de setembro de 1993. o Sumo Pontífice João Paulo II o proclamou Bem-aventurado.

Com relação à canonização, o Postulador da Causa submeteu ao julgamento da Congregação das Causas dos Santos uma certificada cura milagrosa, acontecida no vilarejo de Ranquish. nos Andes peruanos.

Esta cura diz respeito a Alfredo Chavez León, de 11 anos, e a sua irmã Isila. de 10. As duas crianças, desnutridas pela pobreza da família, aos 15 de maio de 1998, começaram a ter uma tosse persistente, dispnéia e cianose, febre alta e dores no tórax; o médico do lugar disse tratar-se de broncopneuflionite aguda. Não havendo ai algum medicamento e pensando que os dois meninos não chegariam vivos ao hospital mais próximo, emitiu uma diagnose infausta e aconselhou a recorrer à intervenção divina pela intercessão do Bem-aventurado José Marello, patrono de Ranquish. E isso fizeram os pais das crianças, junto à comunidade paroquial. De forma repentina, às duas horas da tarde do dia 17 de agosto, Alfredo e Isila, não apresentaram mais algum sinal de doença: estavam curados. Logo depois, de fato, participaram da procissão para acolher a imagem do Bem-aventurado Marello, que estava sendo levada à capela do vilarejo.

Sobre este fato, em 1999, na Cúria de Huari, Peru, aconteceu o Processo diocesano, que a Congregação das Causas dos Santos julgou legitimo e válido com decreto promulgado aos 12 de novembro do mesmo ano. No 13 de abril de 2000, o Colégio dos médico deste Decastéreo confirmou por unanimidade que a cura dos dois irmão aconteceu no mesmo instante, de modo repentino, completo, duradouro e inexplicável para a ciência. Aos 3 de julho do mesmo ano, houve o Congresso Peculiar dos Teólogos Consultores e depois, aos 20 de novembro, a Sessão Ordinária dos Cardeais e dos Bispos, sendo Poente da Causa o Ex.mo Dom Ottorino Pietro AIberti, Arcebispo de Cagliari.

Nos dois Congressos, dos Consultores e dos Cardeais e Bispos, à pergunta se se tratasse de um milagre obtido por intervenção divina, a resposta foi afirmativa.

Por isso, o subscrito Prefeito, apresentou ao Sumo Pontífice unia detalhada relação de todos esses pormenores e João Paulo 11, aceitando os votos da Congregação das Causa dos Santos, ordenou redigir o texto da predita cura milagrosa.

Em seguida, o Santo Padre, chamou a si, neste mesmo dia, o subscrito Prefeito da Congregação dos Santos, o Poente da Causa, e a mia subscrito Secretário da mesma Congregação, com todos aqueles que. como de costume, devem ser convidados e, no final, à presença de todos, declarou solenemente:

Foi considerado válido o milagre operado por Deus pela intercessão do Bem-aventurado José Marello, Bispo de Acqui, Fundador da Congregação dos Oblatos de São José: a cura repentina completa e duradoura das crianças Alfredo e Isila Chavez, os dois restabelecidos no mesmo Instante de “broncopneumonite com febre alta, dispnéia, cianose em paciente com desnutrição crônica”,

Sua Santidade estabeleceu que se tornasse de domínio público este decreto e inserido nas Atas da Congregação das Causas dos Santos.

Roma, 18 de Dezembro de 2000.